domingo, 24 de junho de 2007

4a REUNIÃO, DIA 30/01/2007

TEMA: TANATOLOGIA E GERONTOLOGIA
Apresentado por: Silvana Sucupira.

Ø Definição: Ciência que estuda a morte.
Ø Tema abordado pala psiquiatra americana Kubler-Ross;
Ø Termo cunhado pela Bióloga Russa Elie.
Ø Velhice é diferente de morte e doença.
Ø As atribuições sofridas através do termo contribuem para as debilidades.
Ø Situação em que é feito um convite a uma profunda reflexão.
- Processo de mudança que chega com a velhice;
- Percepção das perdas;
- Percepção do tornar-se idoso;
Ø Pode descuidar-se da preservação e da autonomia e doença.
Ø Pode assumir estereótipos criados pela sociedade.
Ø Longevidade e qualidade de vida:
- Alongamento da vida contrapondo-se as condições de vida;
- Mudanças vitais na velhice;
- Consciência da finitude;
- Redimensionamento do tempo {PRES/PASS/FUTURO}.
Ø Perdas no envelhecimento:
- Físicas {Aparência};
- Sociais {Emprego, papéis, separações};
- Psicológicas {cognitiva, auto-estima};
- Biológicas;
- Funcionais;
- Econômicas.
Ø Luto:
- É um processo individual.
- Toda perda significativa pressupõe o luto.
- O processo que retira a energia fixada no objeto perdido é o redirecionamento para outro.
- A fixação leva ao processo patológico.
- Perdemos não só pela morte.

Ø A perda maior é a morte:
- Insistimos no caráter ocasional da morte.
- Os valores aos quais nos prendemos perdem o sentido diante da morte.

Ø Faz-se essencial ouvir o que não foi dito.
Ø O medo da morte:
- Todos os medos que temos referem-se à morte.
Ø Etiologia do medo da morte:
- Argumento da mente sadia.
Ø Experiência do desamparo:
- Diante da força do tempo;
- Necessita do outro para manter-se vivo;
- Diante das forças da natureza;
- Diante da Morte;
- Invenção de novas formas de existir.
Ø Envelhecimento e desamparo:
- No nascimento;
- Perdas sucessivas ao longo da existência;
- Enfrentamento do contexto sócio-cultural negativo;
- Doença incapacitante, maior condição de velho.
Ø Causa da morte não fazer parte da vida:
- Os idosos raramente morrem em casa;
- Valores materiais supervalorizados;
- Crise espiritual;
- Dependência incondicional do especialista.
Ø Morrer em casa:
- Era comum antigamente;
- Era um ritual familiar;
- Ainda ocorrem em lugares menos avançados;
- Auxilia na compreensão da morte;
- Alguns países desenvolvidos estão resgatando essa prática.
Ø Morrer hoje:
- A maioria das vezes é um ato solitário e impessoal. Ex: U.T.I.
Ø As cinco fases do processo de morrer.{Kubler Ross}:
- Negação e isolamento;
- Raiva;
- Barganha com Deus {Para adiar a morte};
- Depressão;
- Aceitação.
Ø O profissional deve saber:
- Os estágios não seguem uma seqüência obrigatória;
- Algumas pessoas podem não passar por todos os processos.
- Quebrar mitos.
Ø Finitude e profissionais:
- Evitar o desgaste pessoal;
- Manter a qualidade do atendimento.
Ø O profissional deve estar atento para:
- Amparar;
- Diminuir dores {conforto};
- Esclarecer a família do estágio da doença;
- Oferecer suporte emocional;
- Facilitar a satisfação dos últimos desejos do cliente;
- Auxiliar a transformar os momentos finais.
Ø Quanto à terminologia no ocidente é de: indesejável.

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